domingo, 26 de janeiro de 2014

Entrevistas de Emprego


Esta semana fui a duas!
Ligaram-me com intervalo de cerca de uma hora, a primeira foi marcada para o próprio dia e a segunda para a manhã seguinte.

Embora entrevista não seja sinónimo de emprego, fiquei mesmo contente! De repente a minha postura mudou, fiquei mais sorridente, mais confiante e até fiquei mais alta! A sério! Acho que andava "encolhida", desanimada...

1ª Entrevista: Jovem e enérgica entrevistadora. Embora me sentisse à vontade, falou tanto e tão depressa que ia ficando zonza!
Não fez muitas perguntas pessoais. Frisou bem que a entrega (ao trabalho,pois claro!) teria que ser de 200% e que não podia ter qualquer actividade extra, como ginástica ou natação por exemplo (marido e filhos contam?), porque a qualquer momento me podia chamar para trabalhar, mesmo que tivesse saído uma ou duas horas antes...Ah, ok! Trago o saco cama e fico por aqui :)

2ª Entrevista: Senhora com idade para ser minha mãe, fria, nem um sorriso.
Insistiu bastante na questão de ter um filho pequeno. Com quem fica? Quem o leva e quem o trás? E se ficar doente? E se eu precisar de si para horas extra?
Apeteceu-me dizer "Minha Senhora, antes de ficar desempregada já trabalhava há mais de 18 anos! Toda a gente (ou quase) consegue conciliar filhos com trabalho. Certo?"

Acontece-vos este tipo de coisas?

Beijos/ A Mãe

7 comentários:

  1. Incrível...soa-me a aproveitamento dos tempos de crise....enfim vale pela comprovação de que os lugares existem e que o perfil é desejado...se não for desta será doura vez mas o emprego vai chegar!
    Beijinhos
    Maria

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  2. primeiro parabéns pelas entrevistas! :) é sempre bom sinal!

    agora quanto ao conteúdo das mesmas a verdade é que me parece que é igual em todo o lado. neste momento e infelizmente a entidade empregadora tem a faca e o queijo na mão... :( acho que aproveitam a crise como desculpa para alguns abusos!

    a maior sorte do mundo!

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  3. Boa sorte, espero que consigas o emprego, não desistir é o lema... Eu tb estou desempregada e não está fácil encontrar trabalho. beijinhos

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  4. Já ouvi parecido ... :( aproveitam-se dos tempos dificeis ... mas são burros, muito burros, porque quem faz as empresas são os trabalhadores, e quando há incentivos e as pessoas se sentem bem, trabalham bem, senão só ficam naquela empresa enquanto não arranjam outra melhor ...

    beijinhos e boa sorte

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  5. Eu que tenho pouca paciência para esse género de entrevistas...ficaria com vontade de mandar ambas...para qualquer lado menos digno.
    Lembro-me de uma entrevista que começou com a pergunta "É casada?" e eu consegui-me conter de responder "Porquê? Está interessado?". Respondi-lhe que não com um sorriso nos lábios pois de facto não era, mas estava com o meu companheiro há 2 anos (o que para mim é a mesma coisa, mas para eles não ahahaha)
    É ridiculo, apenas porque não fazem esse génro de perguntas a homens.
    Eu sou pior pois em qualquer entrevista deixo bem claro que a minha familia vem primeiro, mas sou extremamente responsável em termos laborais e se quiserem mostro a minha assiduidade em 17 anos de serviço para o provar.
    Não em querendo alargar- reforço o mesmo que a Teresa Lázaro- é triste que as pessoas não tenham vergonha de fazer entrevistas assim. Como se isso distingue-se um bom de um mau funcionário.
    Beijocas e boa sorte a encontrar melhor em breve.

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